O que é e como se utiliza?

Flotiran associa a acção anti-inflamatória, anti-comichão e vasoconstritora do dipropionato de betametasona (uma substância do grupo dos corticosteróides) à acção antifúngica, de largo espectro, do clotrimazol (uma substância do grupo dos azóis). Este agente parece actuar na membrana celular do fungo, provocando o escoamento do conteúdo celular.
Flotiran está indicado no tratamento tópico (uso externo) das seguintes infecções da pele: tinea pedis, tinea cruris e tinea corporis por Trichophyton rubrum, Trichophyton mentagrophytes, Epidermophyton floccosum e Microsporum canis; candidíase por Candida albicans.

ANTES DE UTILIZAR FLOTIRAN

Não utilize Flotiran

  • se tem alergia (hipersensibilidade) às substâncias activas, a qualquer outro componentede Flotiran.
  • para uso oftálmico (nos olhos).

Tome especial cuidado com Flotiran

  • não deve ser usado sob pensos oclusivos.
  • em caso de irritação ou de sensibilização provocadas pelo uso de Flotiran, o tratamento deve ser interrompido, devendo ser instituída uma terapêutica apropriada.
  • na presença de infecção bacteriana, deverá ser administrado concomitantemente, um agente antibacteriano. Se não se verifica uma resposta favorável rápida, o tratamento com Flotiran deve ser interrompido até a infecção se encontrar devidamente controlada.
  • se não se verificar qualquer resposta a Flotiran, devem ser repetidos os estudos microbiológicos apropriados, para confirmar o diagnóstico e eliminar a possibilidade de presença de outros agentes patogénicos, antes de instituir outro curso terapêutico antimicótico.
  • os doentes tratados com doses elevadas de corticosteróides tópicos potentes, aplicados em áreas extensas do corpo, devem ser examinados periodicamente para pesquisa de sinais de depressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-supra-renal (HPA). Se se verificar depressão do eixo HPA, deve-se procurar suspender o tratamento, reduzir a frequência da aplicação ou mudar para um agente corticosteróide menos potente. Utilização em crianças: As crianças podem apresentar uma maior susceptibilidade para a depressão do eixo HPA e para o síndroma de Cushing (síndrome causado pela produção excessiva de corticóides), induzidos por corticosteróides tópicos, que os doentes adultos, pelo facto de ser maior a relação área corporal/peso corporal. Na criança, a aplicação de produtos dermatológicos tópicos contendo um agente corticosteróide deve ser limitada à menor quantidade compatível com um regime terapêutico eficaz. O tratamento crónico com corticosteróides pode interferir com o crescimento e desenvolvimento normais da criança. Não é aconselhável o uso de Flotiran na inflamação da pele devido às fraldas.

Gravidez e aleitamento

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

A segurança do uso de corticosteróides tópicos nas mulheres grávidas ainda não foi estabelecida.

Uma vez que se desconhece se a aplicação tópica de Flotiran pode resultar numa absorção sistémica suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite materno, uma decisão deve ser tomada no sentido de descontinuar a amamentação ou descontinuar o medicamento, tendo em conta a importância deste para a mãe.

Condução de veículos e utilização de máquinas

Não aplicável.

Informações importantes sobre alguns dos componentes de Flotiran

O álcool cetoestearílico presente no creme pode causar reacções alérgicas cutâneas locais (por exemplo dermatites de contacto). O propilenoglicol presente no creme pode causar irritação cutânea.

COMO UTILIZAR FLOTIRAN

Massaje levemente uma quantidade apropriada de Flotiran na área da pele afectada e circundante, duas vezes por dia, de manhã e à noite, durante duas semanas nos casos de tinea cruris, tinea corporis e candidíase e durante quatro semanas, nos casos de tinea pedis.

A melhoria clínica, com alivio da vermelhidão e comichão, ocorre geralmente nos primeiros três a cinco dias de tratamento. O seu médico irá rever o diagnóstico se tiver tinea cruris, tinea corporis ou candidíase e não melhorar após uma semana de tratamento com Flotiran. Na tinea pedis, o tratamento deve ser aplicado durante duas semanas, antes de ser tomada essa decisão.

O tratamento com Flotiran deve ser interrompido se a doença persistir após duas semanas, nos casos da tinea cruris e de tinea corporis e após quatro semanas nos casos de tinea pedis. O seu médico poderá em seguida presecrever-lhe uma terapêutica alternativa. Deve evitar-se o tratamento com Flotiran durante um período superior a quatro semanas.

Utilização em crianças: Flotiran não é recomendado em crianças com idade inferior a 12 anos devido a dados insuficientes de segurança e eficácia.

Se utilizar mais Flotiran do que deveria

É pouco provável a ocorrência de sobredosagem aguda na aplicação tópica de Flotiran, não devendo ser previsível a ocorrência de situações de risco de vida.

Sintomas: É altamente improvável a sobredosagem por administração tópica de clotrimazol.
Os corticosteróides de aplicação tópica podem ser absorvidos em quantidades suficientes para produzir efeitos sistémicos. Consequentemente, o uso excessivo e prolongado de
corticosteróides tópicos pode deprimir a função hipófise-supra-renal, dando origem a uma insuficiência supra-renal secundária.

Tratamento: Está indicado o tratamento sintomático adequado da sobredosagem com corticosteróides. Os sintomas de
hipercorticoidismo agudo (secreção excessiva de hormonas córtico-supra-renais) são quase sempre reversíveis. Se necessário, deve procurar-se restabelecer o equilíbrio electrolítico.

Nos casos de toxicidade crónica, recomenda-se a suspensão gradual dos corticosteróides.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como os demais medicamentos, Flotiran pode causar efeitos secundários em algumas pessoas.
As reacções adversas a seguir indicadas têm sido referidas, em casos raros, com a utilização conjunta de clotrimazol e de dipropionato de betametasona: parestesias (sensação anormal de picadas, formigueiro, perturbação da sensibilidade), rash maculopapular (erupção cutânea caracterizada pela presença de máculas e de pápulas), edema e infecção secundária.

As reacções adversas ao clotrimazol incluem vermelhidão, picadas, formação de bolhas, descamação, edema, comichão, urticária (afecção cutânea caracterizada por erupção de pápulas róseas ou esbranquiçadas) e irritação cutânea generalizada.

Têm sido referidas as seguintes reacções adversas locais durante

  • uso dos corticosteróides tópicos: ardor, comichão, irritação,pele seca, foliculite (inflamação de um folículo piloso), hipertricose (desenvolvimento anormal de pêlos numa região que não os possui), erupções acneiformes (erupções resultantes da afecção da pele originada a partir das glândulas sebáceas ou pilossebáceas), hipopigmentação (diminuição da formação e acumulação de pigmentos nos tecidos), dermatite perioral (inflamação da pele que se situa no redor da boca), dermatite alérgica de contacto (inflamação por aumento da sensibilidade adquirida pelo organismo aquando do contacto com uma substância estranha), maceração cutânea (inchaço da pele), infecção secundária, atrofia cutânea (redução do peso ou do volume da pele), estrias e candidíase.

Os corticosteróides tópicos podem também provocar os efeitos secundários referidos após o uso sistémico de corticosteróides incluindo supressão da glândula supra-renal, manifestações de síndroma de Cushing, hiperglicemia (elevação da quantidade de açúcar no sangue) e glicosúria (presença anormal de açúcar na urina).

A recuperação da função do eixo HPA é geralmente rápida e completa após a interrupção do tratamento com o fármaco. Em casos raros podem ocorrer sinais e sintomas de privação dos corticosteróides, requerendo corticoterapia sistémica complementar.

Têm sido referidos casos de depressão do eixo HPA, síndroma de Cushing e hipertensão intracraniana (tensão superior à normal do líquido cefalorraquidiano), em crianças tratadas com

corticosteróides tópicos. As manifestações de depressão do eixo HPA, na criança, incluem atraso do crescimento linear, má progressão ponderal (relativa ao peso), níveis baixos de cortisol plasmático hormona segregada pelo córtex suprarenal) e ausência de resposta à estimulação do ACTH. As manifestações de hipertensão intracraniana incluem a procidência da fontanela (abaulamento do espaço membranoso no ponto de encontro das suturas da abóboda craniana ?popularmente designado por moleirinha), dores de cabeça e papiledema bilateral (inchaço do disco óptico em ambos os olhos).

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

COMO CONSERVAR FLOTIRAN

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Não utilize Flotiran após o prazo de validade impresso na embalagem exterior e na bisnaga. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Índice
O que se deve tomar em consideração antes de utilizá-lo?
Como é utilizado?
Quais são os possíveis efeitos secundários?
Mais informações

O que se deve tomar em consideração antes de utilizá-lo?

Não utilize Flotiran

  • se tem alergia (hipersensibilidade) às substâncias activas, a qualquer outro componentede Flotiran.
  • para uso oftálmico (nos olhos).

Tome especial cuidado com Flotiran

  • não deve ser usado sob pensos oclusivos.
  • em caso de irritação ou de sensibilização provocadas pelo uso de Flotiran, o tratamento deve ser interrompido, devendo ser instituída uma terapêutica apropriada.
  • na presença de infecção bacteriana, deverá ser administrado concomitantemente, um agente antibacteriano. Se não se verifica uma resposta favorável rápida, o tratamento com Flotiran deve ser interrompido até a infecção se encontrar devidamente controlada.
  • se não se verificar qualquer resposta a Flotiran, devem ser repetidos os estudos microbiológicos apropriados, para confirmar o diagnóstico e eliminar a possibilidade de presença de outros agentes patogénicos, antes de instituir outro curso terapêutico antimicótico.
  • os doentes tratados com doses elevadas de corticosteróides tópicos potentes, aplicados em áreas extensas do corpo, devem ser examinados periodicamente para pesquisa de sinais de depressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-supra-renal (HPA). Se se verificar depressão do eixo HPA, deve-se procurar suspender o tratamento, reduzir a frequência da aplicação ou mudar para um agente corticosteróide menos potente. Utilização em crianças: As crianças podem apresentar uma maior susceptibilidade para a depressão do eixo HPA e para o síndroma de Cushing (síndrome causado pela produção excessiva de corticóides), induzidos por corticosteróides tópicos, que os doentes adultos, pelo facto de ser maior a relação área corporal/peso corporal. Na criança, a aplicação de produtos dermatológicos tópicos contendo um agente corticosteróide deve ser limitada à menor quantidade compatível com um regime terapêutico eficaz. O tratamento crónico com corticosteróides pode interferir com o crescimento e desenvolvimento normais da criança. Não é aconselhável o uso de Flotiran na inflamação da pele devido às fraldas.

Gravidez e aleitamento

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

A segurança do uso de corticosteróides tópicos nas mulheres grávidas ainda não foi estabelecida.

Uma vez que se desconhece se a aplicação tópica de Flotiran pode resultar numa absorção sistémica suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite materno, uma decisão deve ser tomada no sentido de descontinuar a amamentação ou descontinuar o medicamento, tendo em conta a importância deste para a mãe.

Condução de veículos e utilização de máquinas

Não aplicável.

Informações importantes sobre alguns dos componentes de Flotiran

O álcool cetoestearílico presente no creme pode causar reacções alérgicas cutâneas locais (por exemplo dermatites de contacto). O propilenoglicol presente no creme pode causar irritação cutânea.

COMO UTILIZAR FLOTIRAN

Massaje levemente uma quantidade apropriada de Flotiran na área da pele afectada e circundante, duas vezes por dia, de manhã e à noite, durante duas semanas nos casos de tinea cruris, tinea corporis e candidíase e durante quatro semanas, nos casos de tinea pedis.

A melhoria clínica, com alivio da vermelhidão e comichão, ocorre geralmente nos primeiros três a cinco dias de tratamento. O seu médico irá rever o diagnóstico se tiver tinea cruris, tinea corporis ou candidíase e não melhorar após uma semana de tratamento com Flotiran. Na tinea pedis, o tratamento deve ser aplicado durante duas semanas, antes de ser tomada essa decisão.

O tratamento com Flotiran deve ser interrompido se a doença persistir após duas semanas, nos casos da tinea cruris e de tinea corporis e após quatro semanas nos casos de tinea pedis. O seu médico poderá em seguida presecrever-lhe uma terapêutica alternativa. Deve evitar-se o tratamento com Flotiran durante um período superior a quatro semanas.

Utilização em crianças: Flotiran não é recomendado em crianças com idade inferior a 12 anos devido a dados insuficientes de segurança e eficácia.

Se utilizar mais Flotiran do que deveria

É pouco provável a ocorrência de sobredosagem aguda na aplicação tópica de Flotiran, não devendo ser previsível a ocorrência de situações de risco de vida.

Sintomas: É altamente improvável a sobredosagem por administração tópica de clotrimazol.
Os corticosteróides de aplicação tópica podem ser absorvidos em quantidades suficientes para produzir efeitos sistémicos. Consequentemente, o uso excessivo e prolongado de
corticosteróides tópicos pode deprimir a função hipófise-supra-renal, dando origem a uma insuficiência supra-renal secundária.

Tratamento: Está indicado o tratamento sintomático adequado da sobredosagem com corticosteróides. Os sintomas de
hipercorticoidismo agudo (secreção excessiva de hormonas córtico-supra-renais) são quase sempre reversíveis. Se necessário, deve procurar-se restabelecer o equilíbrio electrolítico.

Nos casos de toxicidade crónica, recomenda-se a suspensão gradual dos corticosteróides.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como os demais medicamentos, Flotiran pode causar efeitos secundários em algumas pessoas.
As reacções adversas a seguir indicadas têm sido referidas, em casos raros, com a utilização conjunta de clotrimazol e de dipropionato de betametasona: parestesias (sensação anormal de picadas, formigueiro, perturbação da sensibilidade), rash maculopapular (erupção cutânea caracterizada pela presença de máculas e de pápulas), edema e infecção secundária.

As reacções adversas ao clotrimazol incluem vermelhidão, picadas, formação de bolhas, descamação, edema, comichão, urticária (afecção cutânea caracterizada por erupção de pápulas róseas ou esbranquiçadas) e irritação cutânea generalizada.

Têm sido referidas as seguintes reacções adversas locais durante

  • uso dos corticosteróides tópicos: ardor, comichão, irritação,pele seca, foliculite (inflamação de um folículo piloso), hipertricose (desenvolvimento anormal de pêlos numa região que não os possui), erupções acneiformes (erupções resultantes da afecção da pele originada a partir das glândulas sebáceas ou pilossebáceas), hipopigmentação (diminuição da formação e acumulação de pigmentos nos tecidos), dermatite perioral (inflamação da pele que se situa no redor da boca), dermatite alérgica de contacto (inflamação por aumento da sensibilidade adquirida pelo organismo aquando do contacto com uma substância estranha), maceração cutânea (inchaço da pele), infecção secundária, atrofia cutânea (redução do peso ou do volume da pele), estrias e candidíase.

Os corticosteróides tópicos podem também provocar os efeitos secundários referidos após o uso sistémico de corticosteróides incluindo supressão da glândula supra-renal, manifestações de síndroma de Cushing, hiperglicemia (elevação da quantidade de açúcar no sangue) e glicosúria (presença anormal de açúcar na urina).

A recuperação da função do eixo HPA é geralmente rápida e completa após a interrupção do tratamento com o fármaco. Em casos raros podem ocorrer sinais e sintomas de privação dos corticosteróides, requerendo corticoterapia sistémica complementar.

Têm sido referidos casos de depressão do eixo HPA, síndroma de Cushing e hipertensão intracraniana (tensão superior à normal do líquido cefalorraquidiano), em crianças tratadas com

corticosteróides tópicos. As manifestações de depressão do eixo HPA, na criança, incluem atraso do crescimento linear, má progressão ponderal (relativa ao peso), níveis baixos de cortisol plasmático hormona segregada pelo córtex suprarenal) e ausência de resposta à estimulação do ACTH. As manifestações de hipertensão intracraniana incluem a procidência da fontanela (abaulamento do espaço membranoso no ponto de encontro das suturas da abóboda craniana ?popularmente designado por moleirinha), dores de cabeça e papiledema bilateral (inchaço do disco óptico em ambos os olhos).

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

COMO CONSERVAR FLOTIRAN

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Não utilize Flotiran após o prazo de validade impresso na embalagem exterior e na bisnaga. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Como é utilizado?

Massaje levemente uma quantidade apropriada de Flotiran na área da pele afectada e circundante, duas vezes por dia, de manhã e à noite, durante duas semanas nos casos de tinea cruris, tinea corporis e candidíase e durante quatro semanas, nos casos de tinea pedis.

A melhoria clínica, com alivio da vermelhidão e comichão, ocorre geralmente nos primeiros três a cinco dias de tratamento. O seu médico irá rever o diagnóstico se tiver tinea cruris, tinea corporis ou candidíase e não melhorar após uma semana de tratamento com Flotiran. Na tinea pedis, o tratamento deve ser aplicado durante duas semanas, antes de ser tomada essa decisão.

O tratamento com Flotiran deve ser interrompido se a doença persistir após duas semanas, nos casos da tinea cruris e de tinea corporis e após quatro semanas nos casos de tinea pedis. O seu médico poderá em seguida presecrever-lhe uma terapêutica alternativa. Deve evitar-se o tratamento com Flotiran durante um período superior a quatro semanas.

Utilização em crianças: Flotiran não é recomendado em crianças com idade inferior a 12 anos devido a dados insuficientes de segurança e eficácia.

Se utilizar mais Flotiran do que deveria

É pouco provável a ocorrência de sobredosagem aguda na aplicação tópica de Flotiran, não devendo ser previsível a ocorrência de situações de risco de vida.

Sintomas: É altamente improvável a sobredosagem por administração tópica de clotrimazol.
Os corticosteróides de aplicação tópica podem ser absorvidos em quantidades suficientes para produzir efeitos sistémicos. Consequentemente, o uso excessivo e prolongado de
corticosteróides tópicos pode deprimir a função hipófise-supra-renal, dando origem a uma insuficiência supra-renal secundária.

Tratamento: Está indicado o tratamento sintomático adequado da sobredosagem com corticosteróides. Os sintomas de
hipercorticoidismo agudo (secreção excessiva de hormonas córtico-supra-renais) são quase sempre reversíveis. Se necessário, deve procurar-se restabelecer o equilíbrio electrolítico.

Nos casos de toxicidade crónica, recomenda-se a suspensão gradual dos corticosteróides.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como os demais medicamentos, Flotiran pode causar efeitos secundários em algumas pessoas.
As reacções adversas a seguir indicadas têm sido referidas, em casos raros, com a utilização conjunta de clotrimazol e de dipropionato de betametasona: parestesias (sensação anormal de picadas, formigueiro, perturbação da sensibilidade), rash maculopapular (erupção cutânea caracterizada pela presença de máculas e de pápulas), edema e infecção secundária.

As reacções adversas ao clotrimazol incluem vermelhidão, picadas, formação de bolhas, descamação, edema, comichão, urticária (afecção cutânea caracterizada por erupção de pápulas róseas ou esbranquiçadas) e irritação cutânea generalizada.

Têm sido referidas as seguintes reacções adversas locais durante

  • uso dos corticosteróides tópicos: ardor, comichão, irritação,pele seca, foliculite (inflamação de um folículo piloso), hipertricose (desenvolvimento anormal de pêlos numa região que não os possui), erupções acneiformes (erupções resultantes da afecção da pele originada a partir das glândulas sebáceas ou pilossebáceas), hipopigmentação (diminuição da formação e acumulação de pigmentos nos tecidos), dermatite perioral (inflamação da pele que se situa no redor da boca), dermatite alérgica de contacto (inflamação por aumento da sensibilidade adquirida pelo organismo aquando do contacto com uma substância estranha), maceração cutânea (inchaço da pele), infecção secundária, atrofia cutânea (redução do peso ou do volume da pele), estrias e candidíase.

Os corticosteróides tópicos podem também provocar os efeitos secundários referidos após o uso sistémico de corticosteróides incluindo supressão da glândula supra-renal, manifestações de síndroma de Cushing, hiperglicemia (elevação da quantidade de açúcar no sangue) e glicosúria (presença anormal de açúcar na urina).

A recuperação da função do eixo HPA é geralmente rápida e completa após a interrupção do tratamento com o fármaco. Em casos raros podem ocorrer sinais e sintomas de privação dos corticosteróides, requerendo corticoterapia sistémica complementar.

Têm sido referidos casos de depressão do eixo HPA, síndroma de Cushing e hipertensão intracraniana (tensão superior à normal do líquido cefalorraquidiano), em crianças tratadas com

corticosteróides tópicos. As manifestações de depressão do eixo HPA, na criança, incluem atraso do crescimento linear, má progressão ponderal (relativa ao peso), níveis baixos de cortisol plasmático hormona segregada pelo córtex suprarenal) e ausência de resposta à estimulação do ACTH. As manifestações de hipertensão intracraniana incluem a procidência da fontanela (abaulamento do espaço membranoso no ponto de encontro das suturas da abóboda craniana ?popularmente designado por moleirinha), dores de cabeça e papiledema bilateral (inchaço do disco óptico em ambos os olhos).

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

COMO CONSERVAR FLOTIRAN

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Não utilize Flotiran após o prazo de validade impresso na embalagem exterior e na bisnaga. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Quais são os possíveis efeitos secundários?

Como os demais medicamentos, Flotiran pode causar efeitos secundários em algumas pessoas.
As reacções adversas a seguir indicadas têm sido referidas, em casos raros, com a utilização conjunta de clotrimazol e de dipropionato de betametasona: parestesias (sensação anormal de picadas, formigueiro, perturbação da sensibilidade), rash maculopapular (erupção cutânea caracterizada pela presença de máculas e de pápulas), edema e infecção secundária.

As reacções adversas ao clotrimazol incluem vermelhidão, picadas, formação de bolhas, descamação, edema, comichão, urticária (afecção cutânea caracterizada por erupção de pápulas róseas ou esbranquiçadas) e irritação cutânea generalizada.

Têm sido referidas as seguintes reacções adversas locais durante

  • uso dos corticosteróides tópicos: ardor, comichão, irritação,pele seca, foliculite (inflamação de um folículo piloso), hipertricose (desenvolvimento anormal de pêlos numa região que não os possui), erupções acneiformes (erupções resultantes da afecção da pele originada a partir das glândulas sebáceas ou pilossebáceas), hipopigmentação (diminuição da formação e acumulação de pigmentos nos tecidos), dermatite perioral (inflamação da pele que se situa no redor da boca), dermatite alérgica de contacto (inflamação por aumento da sensibilidade adquirida pelo organismo aquando do contacto com uma substância estranha), maceração cutânea (inchaço da pele), infecção secundária, atrofia cutânea (redução do peso ou do volume da pele), estrias e candidíase.

Os corticosteróides tópicos podem também provocar os efeitos secundários referidos após o uso sistémico de corticosteróides incluindo supressão da glândula supra-renal, manifestações de síndroma de Cushing, hiperglicemia (elevação da quantidade de açúcar no sangue) e glicosúria (presença anormal de açúcar na urina).

A recuperação da função do eixo HPA é geralmente rápida e completa após a interrupção do tratamento com o fármaco. Em casos raros podem ocorrer sinais e sintomas de privação dos corticosteróides, requerendo corticoterapia sistémica complementar.

Têm sido referidos casos de depressão do eixo HPA, síndroma de Cushing e hipertensão intracraniana (tensão superior à normal do líquido cefalorraquidiano), em crianças tratadas com

corticosteróides tópicos. As manifestações de depressão do eixo HPA, na criança, incluem atraso do crescimento linear, má progressão ponderal (relativa ao peso), níveis baixos de cortisol plasmático hormona segregada pelo córtex suprarenal) e ausência de resposta à estimulação do ACTH. As manifestações de hipertensão intracraniana incluem a procidência da fontanela (abaulamento do espaço membranoso no ponto de encontro das suturas da abóboda craniana ?popularmente designado por moleirinha), dores de cabeça e papiledema bilateral (inchaço do disco óptico em ambos os olhos).

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

COMO CONSERVAR FLOTIRAN

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Não utilize Flotiran após o prazo de validade impresso na embalagem exterior e na bisnaga. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Mais informações

Qual a composição de Flotiran

As substâncias activas são o dipropionato de betametasona e o clotrimazol.
Os outros ingredientes são:

  • creme: álcool benzílico, fosfato sódio, ácido fosfórico,parafina líquida, álcool cetoestearílico, ceteth 20, vaselina branca, propilenoglicol, água purificada.
  • pomada: vaselina branca e parafina líquida.

Qual o aspecto de Flotiran e conteúdo da embalagem

Flotiran apresenta-se sob a forma de uma pomada translúcida uniforme ou de um creme branco a esbranquiçado, macio e uniforme. Flotiran encontra-se disponível em bisnagas de 30g.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

Schering-Plough Farma, Lda.
Rua Agualva dos Açores, n.º 16
2735-557 Agualva-Cacém
Portugal
Tel: 21 433 93 00

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