Doxorrubicina Teva

Doxorrubicina Teva
Substância(s) ativa(s)Doxorubicina
País de admissãopt
Titular da autorização de introdução no mercadoTeva Pharma - Produtos Farmacêuticos, Lda.
Código ATCL01DB01
Grupos farmacológicosAntibióticos citotóxicos e substâncias afins

Folheto informativo

O que é e para que é utilizado?

A substância activa do medicamento é o cloridrato de doxorrubicina. A doxorrubicina pertence a um grupo dos medicamentos anti-tumorais (anti-cancerígenos) designado de antraciclinas. A doxorrubicina danifica as células do tumor (cancro), impedindo o seu crescimento.

Doxorrubicina Teva é usada no tratamento de:

  • cancro da mama;
  • cancro dos ossos (osteosarcoma), administrada antes e após a cirurgia;
  • cancro dos tecidos moles (sarcoma avançado dos tecidos moles, nos adultos);
  • cancro do pulmão (cancro de pequenas células do pulmão);
  • cancro dos tecidos linfáticos (linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin);
  • alguns tipos de cancro do sangue (Leucemia Linfoblástica ou Mieloblástica Aguda);
  • cancro da medula óssea (Mieloma Múltiplo);
  • cancro da parede interior do útero (cancro avançado ou recorrente do endométrio);
  • cancro da tiróide (carcinoma papilar/folicular da tiróide avançado, carcinoma anaplásicoda tiróide);
  • alguns tipos de cancro da bexiga (em estado avançado localizado ou metastizado). É também usado por via intravesical (na bexiga) no estadio inicial (superficial) do cancro da bexiga para prevenir a sua recorrência após cirurgia.
  • cancro recorrente do ovário;
  • um tipo de cancro infantil do rim (tumor de Wilms);
  • cancro infantil dos tecidos nervosos (neuroblastoma avançado).

Doxorrubicina Teva é também usada em combinação com outros medicamentos anti-cancerígenos.

Uma vez que Doxorrubicina Teva é um medicamento anti-cancerígeno, ser-lhe-á administrado numa unidade especial e sob a supervisão de um médico especializado no uso de medicamentos anti-cancerígenos. O pessoal da unidade especial explicar-lhe-á quais os cuidados especiais que deverá ter durante e após o tratamento. Este folheto poderá auxiliá-lo a recordar estes factos.

O que deve considerar antes de usar?

Não utilize Doxorrubicina Teva:

  • Se tem alergia (hipersensibilidade) à doxorrubicina, a qualquer outro componente deDoxorrubicina Teva, ou a outro medicamento pertencente ao mesmo grupo (designados de antraciclinas ou antracenodionas).
  • Se está a amamentar.

Dependendo da via de administração, Doxorrubicina Teva NÃO deve ser administrada nas situações seguintes:

Via intravenosa (na veia):

  • Se houve diminuição da produção de células sanguíneas, diminuição do funcionamentoda medula óssea (mielossupressão) ou inflamação da boca (estomatite) devido a tratamentos prévios com medicamentos anti-tumorais e/ou radioterapia.
  • Se tiver uma doença infecciosa;
  • Se tiver insuficiência hepática grave;
  • Se tiver problemas de coração (alterações graves do ritmo cardíaco, redução da funçãocardíaca, história pessoal de ataque cardíaco, inflamação do coração). Estas alterações poderão surgir rapidamente e têm uma duração curta, embora grave.
  • Se já foi anteriormente tratado com medicamentos anti-cancerígenos semelhantes(outras antraciclinas) e recebeu a dose máxima.

Via intravesical (na bexiga):

  • Se o cancro tiver penetrado nas paredes da bexiga;
  • Se tem uma infecção do tracto urinário;
  • Se tem uma inflamação na bexiga;
  • Se tem problemas na utilização de um cateter (um tubo inserido na bexiga para drenar a urina);
  • Se tem sangue na urina (hematúria).

Tome especial cuidado com Doxorrubicina Teva

  • Se for idoso.
  • Se tiver antecedentes de doença cardíaca.
  • Se tiver antecedentes de danos na medula óssea.
  • Se tiver sido tratado com radiação na cavidade torácica (radioterapia do mediastino).
  • Se tiver sido tratado com medicamentos anti-cancerígenos semelhantes (outras antraciclinas).

Informações importantes sobre Doxorrubicina Teva:

  • Doxorrubicina Teva pode causar infertilidade em homens e mulheres, podendo ser permanente.
  • Se tiver sensação de picadas ou queimadura no local da injecção com Doxorrubicina Teva, poderá ser devido a um derrame de Doxorrubicina Teva fora da veia. Se tal acontecer, informe o seu médico.O tratamento será iniciado noutra veia e a zona afectada será cuidadosamente monitorizada.
  • Se tiver sido previamente tratado com Doxorrubicina Teva e engravidar (até há 20 anosatrás), o seu médico irá monitorizar o seu coração, mesmo que não tenha tido problemas cardíacos anteriormente.
  • A sua urina pode apresentar cor avermelhada durante o tratamento com DoxorrubicinaTeva.
  • Durante o tratamento com Doxorrubicina Teva poderá sentir náuseas, má disposição epoderá ter inflamação das mucosas (paredes)da boca ou nariz. Se tiver algum destes sintomas informe imediatamente o seu médico para que lhe indique o tratamento necessário.
  • Não se recomenda vacinação durante o tratamento com Doxorrubicina Teva. Deveráevitar contacto com pessoas que tenham sido recentemente vacinadas contra a poliomielite.

Antes e durante o tratamento com Doxorrubicina Teva o seu médico irá:

  • Verificar a sua contagem sanguínea antes de cada ciclo pois o tratamento comDoxorrubicina Teva pode danificar a medula óssea causando uma diminuição na quantidade de glóbulos brancos e podendo torná-lo mais susceptível a infecções e hemorragias. Se tiver danos significativos na medula óssea, o seu médico pode reduzir, parar ou adiar o tratamento.
  • Verificar o bom funcionamento dos pulmões e coração durante o tratamento.
  • Fazer um electrocardiograma (ECG), registando a actividade cardíaca, antes de iniciar e

durante todo o tratamento com Doxorrubicina Teva. Doxorrubicina Teva pode causar inflamação dos músculos cardíacos (cardiomiopatia). O risco pode aumentar se tiver história pessoal de doença cardíaca, se tiver idade superior a 70 anos ou idade inferior a 15 anos, se tiver sido tratado anteriormente com Doxorrubicina Teva (ou outros medicamento associados às antraciclinas) ou se tiver sido submetido a radiação na cavidade torácica. Não deve ser excedida a dose cumulativa de 450-550 mg/m2, pois com doses superiores, aumenta consideravelmente o risco de falência cardíaca, particularmente em crianças e doentes com antecedentes de doença cardíaca. Para crianças, a dose cumulativa máxima é habitualmente de 300 mg/m2 (com idade inferior a 12 anos), até 450 mg/m2 (para idades superiores a 12 anos). Para crianças, as doses cumulativas podem até ser inferiores. O médico poderá efectuar outros testes para monitorizar a sua função cardíaca.

  • Monitorizar os níveis de ácido úrico no sangue e assegurar que ingere líquidos em quantidade suficiente pois a Doxorrubicina Teva pode aumentar os níveis de ácido úrico no sangue (hiperuricémia).
  • Observar regularmente a boca e garganta durante o tratamento pois Doxorrubicina Teva pode causar alterações nas mucosas da boca e garganta.
  • Monitorizar a função renal. Pode ser necessário reduzir a dose.
  • Monitorizar a função hepática (com análises sanguíneas). Pode ser necessário reduzir a dose caso apresente uma diminuição da função hepática.
  • Verificar o seu estado geral pois Doxorrubicina Teva não deve ser usada se apresentaralguma inflamação, úlcera ou diarreia. Todas as infecções deverão ser tratadas pelo médico antes de receber Doxorrubicina Teva.

Ao utilizar Doxorrubicina Teva com outros medicamentos
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Informe o seu médico se:

  • Tiver sido tratado com qualquer outro medicamento associado a antraciclinas ou a outrasubstância que possa prejudicar o coração tal como 5-fluorouracil, ciclofosfamida ou paclitaxel (substâncias anti-cancerígenas) ou qualquer substância que possa afectar a função cardíaca (tais como antagonistas dos canais do cálcio).
  • Tiver sido tratado ou for tratado com trastuzumab (substância anti-cancerígena) pois oseu médico terá de monitorizar a sua função cardíaca.
  • Tiver sido tratado com 6-mercaptopurina (substância anti-cancerígena), pois aumenta orisco de efeitos adversos no fígado. -Tiver sido tratado com substâncias que afectam o funcionamento da medula óssea tais como agentes citostáticos (ex. citarabina, cisplatina ou ciclofosfamida) sulfonamidas, (para infecções), cloranfenicol (para infecções), fenitoína (para epilepsia), derivados de amidopirina (para dores e inflamações), anti-retrovirais (para a SIDA). Esta situação pode provocar danos na medula óssea provocando uma diminuição no número de células

sanguíneas.

  • Estiver a tomar ciclosporina (para suprimir a imunidade natural) ou cimetidina (para úlceras gástricas).A quantidade de doxorrubicina no sangue pode aumentar. O médico poderá considerar a hipótese de reduzir a dose.
  • Estiver a tomar fenobarbital (para a epilepsia) ou rifampicina (antibiótico), a quantidade de doxorrubicina no sangue pode diminuir e reduzir o efeito da Doxorrubicina Teva.
  • Estiver a fazer ou tiver feito alguma terapia com radiação, os efeitos adversos podem aumentar.
  • Tiver tomado ciclofosfamida (medicamento anti-cancerígeno), o risco de efeitos adversos na bexiga (cistite hemorrágica, uma infecção na bexiga que causa por vezes sangue na urina) aumenta.
  • Estiver a ser ou já foi tratado com paclitaxel (medicamento anti-cancerígeno), os efeitos ou efeitos secundários da doxorrubicina podem aumentar.
  • Estiver a tomar medicamentos que reduzam o ácido úrico. Pode ser necessário ajustar a dose destes medicamentos pois a doxorrubicina pode provocar aumento dos níveis de ácido úrico no sangue.
  • Estiver a tomar digoxina (para o coração), o efeito da digoxina pode diminuir.
  • Estiver a tomar medicamentos para controlar a epilepsia tais como fenitoína, carbamazepina, valproato, o efeito destas substâncias pode diminuir.
  • Estiver também a ser tratado com heparina (usada para prevenir a coagulação dosangue) ou 5-fluorouracil (substância anti-cancerígena). Quando administrada através da mesma perfusão, a doxorrubicina pode ligar-se a estas substâncias, e é possível que ocorra perda do efeito das substâncias.

Gravidez e aleitamento
Se for mulher, não deverá engravidar durante o tratamento com doxorrubicina ou até 6 meses após o tratamento.

Se for homem, deve tomar as precauções adequadas para que a sua companheira não engravide durante o seu tratamento com doxorrubicina ou até 6 meses após o tratamento. Se consideram a possibilidade de serem pais após o tratamento, deverão falar com o médico.
Uma vez que a doxorrubicina pode causar infertilidade permanente, é aconselhável discutir com o médico a possibilidade de congelar esperma antes do início do tratamento (crio-preservação ou crio-conservação).

Não se recomenda que utilize Doxorrubicina Teva se estiver grávida.

Deverá interromper a amamentação durante o tratamento com Doxorrubicina Teva.

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas
Não conduza ou utilize quaisquer ferramentas ou máquinas se se sentir indisposto, com náuseas, vómitos e tonturas.

Como é utilizado?

Utilizar Doxorrubicina Teva sempre de acordo com as indicações do seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

A Doxorrubicina Teva ser-lhe-á administrada por um médico. Este poderá efectuar alguns testes tais como análises ao sangue, ECG, etc. antes ou durante o tratamento de modo a decidir qual a dose de Doxorrubicina Teva a ser administrada.

Doxorrubicina Teva ser-lhe-á administrada na veia, através de perfusão intravenosa ou na bexiga.
A preparação e administração do medicamento deverão ser realizadas unicamente por um profissional de saúde experiente, no hospital.

A dose dependerá da sua idade (a dose poderá ser reduzida em crianças e doentes idosos), tamanho (superfície corporal) e estado de saúde geral. Poderá também depender de qualquer outro tratamento para o cancro que tenha efectuado. O médico calculará a sua superfície corporal em m2. O medicamento ser-lhe-á administrado em cada 3 semanas durante 6 a 12 meses. Para administração na bexiga, a dose pode ser repetida com intervalos de 1 semana a 1 mês. A duração exacta do tratamento dependerá do seu estado.

Doentes com problemas renais ou hepáticos
Se tiver problemas renais ou hepáticos graves, pode ser necessário reduzir a dose.

Se utilizar mais Doxorrubicina Teva do que deveria
O medicamento será administrado por um médico, pelo que é improvável que receba uma dose em excesso.
No entanto, se tiver dúvidas, deverá informar de imediato o seu médico ou enfermeiro. Os efeitos de dose excessiva de Doxorrubicina Teva incluem: inflamação do estômago e intestino (sobretudo do seu revestimento), problemas cardíacos e lesões graves da medula óssea (mielossupressão). Isto pode ser acompanhado por um risco aumentado de hemorragia e nódoas negras, bem como risco aumentado de infecções (leucopénia). O tratamento será efectuado num hospital e consistirá na administração de antibióticos, transfusões de sangue (especialmente com glóbulos brancos e plaquetas) e tratamento de quaisquer efeitos secundários. É possível que seja transferido para um quarto esterilizado. No caso de sentir quaisquer problemas cardíacos, o seu estado de saúde deverá ser investigado por um médico especialista (cardiologista).

A administração acidental fora da veia (extravasamento) pode causar efeitos secundários graves, incluindo morte dos tecidos (necrose) e inflamação da veia com formação de coágulo de sangue. Uma sensação de queimadura na região da infusão poderá constituir um sintoma.Se suspeitar que esta situação lhe ocorreu, informe imediatamente o seu médico.

Se tiver dúvidas sobre o uso deste medicamento, fale com o seu médico ou enfermeiro.

Quais são os possíveis efeitos secundários?

Como todos os medicamentos, Doxorrubicina Teva pode causar efeitos secundários, no entanto, estes não se manifestam em todas as pessoas.

Informe imediatamente o seu médico, se ocorrer algum dos efeitos seguintes:

  • Reacção alérgica provocando inchaço dos lábios, face ou pescoço levando a uma dificuldade respiratória grave; erupção cutânea ou urticária, choque anafilático (redução acentuada na pressão sanguínea, palidez, agitação, pulso fraco, diminuição da consciência).
  • - Sintomas graves de náusea, má disposição e inflamação no revestimento da boca ou nariz.

Estes efeitos secundários são muito graves, porém, raros. Poderá necessitar urgentemente de cuidados médicos.

Alguns efeitos secundários podem ser muito graves e podem requerer que o doente seja cuidadosamente monitorizado. Alguns dos efeitos secundários são afectados pela velocidade de administração e dosagem, como por exemplo, lesões da medula óssea. Estas lesões são normalmente muito graves, mas temporárias. Os sintomas habituais de lesão da medula óssea são: febre, infecções, choque séptico (redução significativa na pressão sanguínea, palidez, agitação, pulso rápido e fraco, pele pegajosa, estado de consciência reduzido), hemorragia, falta de oxigénio nos tecidos (hipóxia tecidual) e morte dos tecidos.
A administração acidental fora da veia (extravasamento) pode causar inflamações graves da pele (celulite), bolhas, inflamação da veia com formação de coágulo de sangue (tromboflebite), inflamação das glândulas caracterizada por dores, estrias vermelhas sob a superfície da pele (linfangite) e morte localizada de células podendo necessitar de cirurgia (incluindo enxertos de pele).

Os seguintes efeitos secundários foram relatados com as frequências apresentadas:

Muito frequentes: afectam mais de 1 utilizador em 10.
Frequentes: afectam de 1 a 10 utilizadores em 100.
Pouco frequentes: afectam de 1 a 10 utilizadores em 1 000.
Raros: afectam de 1 a 10 utilizadores em 10 000.
Muito raros: afectam menos de 1 utilizador em 10 000.
Desconhecidos: não pode ser estabelecida a frequência com os dados disponíveis.

Muito frequentes:

  • Sensação de vómito (náuseas), má - disposição (vómitos), dores abdominais, problemas no sistema digestivo, diarreia.
  • Queda de cabelo (reversível).
  • Urina de coloração vermelha.
  • Lesão da medula óssea (mielosupressão) incluindo redução no número de glóbulos brancos e plaquetas, o que aumenta a probabilidade de infecções e o risco de hemorragia ou nódoas negras.
  • Anemia (redução de glóbulos vermelhos), podendo causar palidez da pele e fraqueza ou falta de ar.
  • Lesão do músculo cardíaco (cardiotoxicidade).O risco aumenta se o doente for tratado com radioterapia ou outros medicamentos tóxicos para o coração, se tiver idade superior a 60 anos ou pressão arterial elevada. Os efeitos podem ocorrer logo após o tratamento ou alguns anos após o mesmo.
  • Inflamação da mucosa do nariz, boca ou vagina (mucosite).
  • Inflamação ou ulceração da mucosa oral (estomatite), nariz ou garganta (esofagite), porex. úlceras na boca e herpes labial.
  • Sensibilidade da pele à luz natural ou artificial (fotossensibilidade), rubores(vermelhidão da pele).
  • Febre.

Frequentes:

  • Perturbações do ritmo cardíaco (batimentos cardíacos irregulares, aumento do ritmocardíaco, diminuição do ritmo cardíaco), contracção das câmaras do coração, redução na quantidade de sangue bombeado pelo coração para o corpo, deterioração da função dos músculos do coração (cardiomiopatia), potencialmente fatal.
  • Problemas de coagulação (hemorragias).
  • Perda de apetite (anorexia).
  • Reacções alérgicas em locais onde foi submetido a radioterapia (designada de ?reacçãode memória por radiação?).
  • Prurido (comichão).

Após administração na bexiga, podem surgir os seguintes efeitos secundários frequentes:

  • Dificuldade, dor ou sensação de queimadura com a passagem da urina.
  • Redução da quantidade de urina.
  • Aumento da frequência com que urina.
  • Cãibras na bexiga.
  • Inflamação da bexiga que, por vezes, pode causar sangue na urina.
  • Efeitos secundários locais (com a administração na bexiga), tais como inflamação da bexiga (cistite química).

Pouco frequentes:

  • Doxorrubicina Teva, combinada com outros medicamentos para o cancro, poderá causar alguns tipos de cancro no sangue (Leucemia). Estas formas de cancro surgem normalmente num período de 1-7 anos, após o tratamento.
  • Envenenamento do sangue (sépsis/septicemia)
  • Hemorragia no estômago ou intestinos, dores abdominais, úlceras e morte de tecidos (necrose) do intestino grosso com hemorragia e infecções, em particular do intestino grosso. Isto pode acontecer quando a doxorrubicina é usada em conjunto com a citarabina (substância anti-cancerígena).
  • Perda de água (desidratação).

Raros:

  • Erupção cutânea (exantema), urticária.
  • Coloração (pigmentação) da pele e unhas, descolamento das unhas (onicólise)
  • Tremores, tonturas.
  • Reacções no local de injecção, incluindo comichão, erupções cutâneas, dor, inflamaçãoda veia (flebite), espessamento ou endurecimento das paredes da veia (flebosclerose).
  • Graves reacções alérgicas, que causam dificuldades respiratórias ou tonturas (reacçãoanafilática).

Muito raros:

  • Perturbações do ritmo cardíaco (alterações não especificadas no ECG).
  • Casos isolados de batimento irregular do coração, potencialmente fatal (arritmias),insuficiência ventricular esquerda, inflamação da mucosa que envolve o coração causando dores no peito e acumulação de líquido à volta do coração (pericardite), inflamação do músculo cardíaco e saco que envolve o coração (síndrome pericardite-miocardite), alterações na condução de impulsos nervosos no coração (bloqueio auriculoventricular, bloqueio de ramo).
  • Obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo sanguíneo.- Úlceras na mucosa da boca, garganta, esófago, estômago ou intestinos, coloração (pigmentação) da mucosa bucal.
  • Inchaço e dormência das mãos e pés (eritema acral), bolhas.
  • Lesões nos tecidos, particularmente nas mãos e pés, levando a vermelhidão, inchaço,bolhas, formigueiro ou sensação de queimadura, causada pelo derrame do medicamento nos tecidos (síndrome da eritrodisestesia palmo-plantar)
  • Lesão renal que impede o correcto funcionamento dos rins (falência renal aguda).
  • Níveis anormalmente elevados de ácido úrico no sangue (hiperuricémia) que podem causar gota, pedras nos rins ou lesão dos rins devido à rápida destruição do tumor.
  • Ausência de períodos menstruais (amenorreia).
  • Problemas de fertilidade nos homens (diminuição ou ausência de esperma activo).
  • Rubor facial.

Frequência desconhecida:

  • Dificuldade respiratória (broncoespasmo).
  • Aumento transitório das enzimas hepáticas.
  • Lesões graves do fígado que podem, por vezes, progredir para danos permanentes (cirrose)
  • Inflamação da superfície das pálpebras, camada externa do olho ou da córnea (conjuntivite / queratite), aumento da produção de lágrimas.
  • Dor forte e inchaço das articulações.
  • Lesões provocadas pela radiação (pele, pulmões, garganta, esófago, mucosa do estômago e intestinos, coração) que já estejam curadas, podem reaparecer com o tratamento com Doxorrubicina Teva.
  • Pele espessa, escamosa ou rmanchada (queratose actínica).

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados no folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Como deve ser armazenado?

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize Doxorrubicina Teva após o prazo de validade impresso no rótulo, após EXP. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Condições de conservação
Antes da abertura: Conservar no frigorífico (2-8ºC). Não congelar.
Depois da abertura: O produto deve ser usado imediatamente após a abertura do frasco.

Após reconstituição:
Foi demonstrada estabilidade química e física durante o uso após a reconstituição da solução, utilizando uma concentração de 0,5 mg/ml numa solução para perfusão de 9 mg/ml (0,9%) de cloreto de sódio ou em 50 mg/ml (5%) de solução para perfusão de glucose, durante 7 dias, quando conservada e protegida da luz a temperatura ambiente e a 2-8ºC.
Após diluição para uma concentração de 0,05 mg/ml em 9 mg/ml (0,9%) de solução para perfusão de cloreto de sódio ou em 50 mg/ml (5%) de solução para perfusão de glucose, a

resultante solução de 0,05 mg/ml deverá ser imediatamente usada após a preparação. No que se refere à diluição de 0,5 mg/ml quer na solução de cloreto de sódio quer na solução de glucose, do ponto de vista microbiológico, o medicamento deve ser usado imediatamente. Se não for usado imediatamente, os períodos e condições durante o uso antes da utilização são da responsabilidade do utilizador. Os períodos de conservação do medicamento reconstituído não devem ultrapassar as 24 horas quando conservado entre 2-8 ºC, excepto se a reconstituição tiver sido efectuada e validada em condições controladas e assépticas.

Não use Doxorrubicina Teva se notar qualquer precipitado nos frascos.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Mais informações

Qual a composição de Doxorrubicina Teva

  • A substância activa é o cloridrato de doxorrubicina. Cada ml de concentrado parasolução para perfusão contém 2 mg de cloridrato de doxorrubicina.

Cada frasco com 5 ml contém 10 mg de cloridrato de doxorrubicina.
Cada frasco com 10 ml contém 20 mg de cloridrato de doxorrubicina.
Cada frasco com 25 ml contém 50 mg de cloridrato de doxorrubicina.
Cada frasco com 100 ml contém 200 mg de cloridrato de doxorrubicina.

  • Os outros componentes são: cloreto de sódio, ácido clorídrico (E507), hidróxido desódio (E524) e água para preparações injectáveis.

Qual o aspecto do Doxorrubicina Teva e conteúdo da embalagem
Doxorrubicina Teva 2 mg/ml concentrado para solução para perfusão constitui uma solução vermelha, límpida. A solução é acondicionada em frascos de vidro transparente, fechado com rolha de borracha clorobutílica, com selo de alumínio, coberto com um disco colorido.

Doxorrubicina Teva encontra-se disponível em frascos de 5 ml, 10 ml, 25 ml e 100 ml. Cada embalagem contém 1 frasco para injectáveis.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante:

Titular da Autorização de Introdução no Mercado:

Teva Pharma ? Produtos Farmacêuticos, Lda.
Lagoas Park, Edifício 1, Piso 3
2740-264 Porto Salvo

Fabricante:

Pharmachemie B.V.
Swensweg 5,
2031 GA Haarlem
Holanda

Este medicamento encontra-se autorizado nos Estados Membros do Espaço Económico Europeu (EEE) sob as seguintes denominações:

AT BE CZ DK EE DE EL Doxorubicin Teva 2mgml Konzentrat zur Herstellung einer Infusionslösung Doxorubicine Teva 2mgml concentraat voor oplossing voor infusie Doxorubicin Teva 2 mgml, koncentrát pro p ípravu infuzního roztoku Doxorubicin Teva Doxorubicin Teva Doxorubicinhydrochlorid Teva 2 mgml Konzentrat zur Herstellung einer Infusionslösung Doxorubicin Hydrochloride Teva 2 mgml

IE IT LT LU LV PO PT ES RO SK SI Doxorubicin Teva 2mgml concentrate for solution for infusion Doxorubicina Teva 2mgml concentrato per soluzione per infusione Doxorubicin Teva 2 mgml koncentratas infuziniam tirpalui Doxorubicine Teva 2mgml solution à diluer pour perfusion Doxorubicin Teva 2 mgml koncentr ts inf ziju duma pagatavoanai Doxorubicin Teva Doxorrubicina Teva Doxorubicina Teva 2mgml concentrado para solución para perfusión EFG Texora 2 mgml, concentrat pentru solu ie perfuzabila Doxorubicin Teva 0,2 Doksorubicin Teva 2 mgml koncentrat za raztopino za infundiranje

Este folheto foi aprovado pela última vez em:

A seguinte informação destina-se apenas aos médicos e aos profissionais dos cuidados de saúde:

Incompatibilidades
A doxorrubicina é incompatível com a heparina, aminofilina, cefalotina, dexametazona, fluorouracil e hidrocortisona.

Dosagem e administração
Doxorrubicina Teva deve ser manuseada com cuidado. Deve ser evitado qualquer contacto com a solução. Durante a preparação deve ser usada uma técnica estritamente asséptica; as medidas de protecção devem incluir o uso de luvas, máscara, óculos e vestuário de protecção. Recomenda-se a utilização de uma câmara de fluxo laminar vertical do ar (LAF).

O pessoal deverá ser treinado segundo as boas práticas de manipulação de substâncias citotóxicas. As mulheres grávidas não deverão trabalhar com este medicamento.

O contacto acidental com a pele ou com as membranas mucosas deverá ser tratado através de lavagem com sabão e água abundante. Se a substância afectar os olhos, lavar com água ou com soro fisiológico estéril e dever-se-á consultar um especialista.

Após utilização, os frascos e materiais de injecção, incluindo luvas, deverão ser eliminados em conformidade com as orientações em vigor para substâncias citostáticas. Os produtos não utilizados ou os resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais.

A inactivação de solução derramada ou extravasada pode ser obtida com 1% de solução de hipoclorito de sódio ou simplesmente com tampão de fosfato (pH > 8) até a solução ser removida. Todos os materiais de lavagem utilizados devem ser tratados como descrito anteriormente.

O frasco deve ser conservado à temperatura ambiente antes da perfuração com a agulha.

O tratamento com Doxorrubicina Teva deve ser iniciado por um médico com bastante experiência em tratamento citostático (ou após consulta com esse médico). Os doentes devem ser cuidadosamente e frequentemente monitorizados durante o tratamento.

Doxorrubicina Teva NÃO pode ser administrada por via intramuscular, subcutânea, oral ou intratecal.

A administração intravenosa de Doxorrubicina Teva deverá ser efectuada com muito cuidado e recomenda-se a administração do medicamento através da tubagem de uma perfusão livre intravenosa, com uma solução salina ou 5% de glucose, durante 3-5 minutos. O método minimiza o risco de desenvolvimento de trombose e de extravasamento perivenoso, que resulta em celulite grave, vesicação e necrose dos

tecidos. A Doxorrubicina Teva pode ser administrada por via intravenosa por bólus (ocasião única) durante alguns minutos, por rápida perfusão com duração até uma hora ou por perfusão contínua com duração até 96 horas. Não se recomenda uma injecção directa por via intravenosa devido ao risco de extravasamento, que poderá ocorrer mesmo quando, por aspiração com a agulha, existe o retorno sanguíneo adequado.

Administração intravenosa:
A dose é normalmente calculada com base na superfície corporal (mg/m2). O esquema posológico da administração de Doxorrubicina Teva poderá diferir de acordo com a indicação terapêutica (tumores sólidos ou Leucemia Aguda), com a sua utilização no regime terapêutico específico (administrado como agente único ou em combinação com outros agentes citotóxicos, ou ainda como parte de procedimentos multidisciplinares que incluem uma combinação de quimioterapia, cirurgia, radioterapia e tratamento hormonal).

Monoterapia:
A dose recomendada é de 60-75 mg/m2 de área de superfície corporal, por via intravenosa, como dose única ou em doses divididas em 2-3 dias consecutivos, administrados por via intravenosa com intervalos de 21 dias. O esquema posológico poderá ser ajustado de acordo com o protocolo. Para informação mais exacta sobre a posologia, consulte os protocolos actuais.

Terapêutica de combinação:
Quando Doxorrubicina Teva é administrada em combinação com outros agentes citotóxicos, a dose deverá ser reduzida para 30-60 mg/m2 em cada 3 a 4 semanas.

Dose cumulativa máxima:
De forma a evitar a cardiomiopatia, recomenda-se que a dose cumulativa total máxima de Doxorrubicina Teva, durante a vida, (incluindo a utilização de substâncias associadas, como a daunorrubicina) não deva exceder 450 mg/m2 - 550 mg/m2 de superfície corporal. Requer-se extremo cuidado quando a dose cumulativa de 400 mg/m2 é excedida em casos de radioterapia prévia do mediastino, tratamento anterior ou concomitante com agentes potencialmente cardiotóxicos e em doentes de elevado risco (ex. doentes com hipertensão arterial durante um período superior a 5 anos; doentes com doença coronária prévia, com lesão miocárdica ou valvular cardíaca; doentes com idade superior a 70 anos). A função cardíaca destes doentes deverá ser monitorizada.

Grupos de população especial

Doentes com imunossupressão: Em caso de imunossupressão, a dose deverá ser reduzida, sendo a dose alternativa de 15-20 mg/2 de superfície corporal por semana.

Doentes com insuficiência hepática: Em caso de diminuição da função hepática, a dose deverá ser reduzida de acordo com a seguinte tabela:

Bilirrubina sérica Dose recomendada 20-50 molL dose normal 50-85 molL dose normal 85 molL Interrupção do tratamento

Doentes com insuficiência renal:
Em doentes com insuficiência renal (GFR < 10 ml/min), deverá ser apenas administrada 75% da dose planeada.

Doentes com risco de insuficiência cardíaca:
Doentes com um risco aumentado de cardiotoxicidade deverão ser considerados para efectuarem um tratamento com dose única, com perfusão contínua de 24 horas, em vez da injecção. Deste modo, a cardiotoxicidade poderá ser menos frequente, sem que haja uma redução da eficácia do tratamento. Nestes doentes, a fracção de ejecção deverá ser analisada antes de cada ciclo de tratamento.

Os doentes com reserva medular limitada, não relacionada com o envolvimento da medula óssea na doença: As doses poderão ser reduzidas em doentes previamente tratados com mielossupressores. A reserva medular poderá ser insuficiente.

O cloridrato de doxorrubicina não deverá ser substituído por uma formulação lipossómica do cloridrato de doxorrubicina.

Face ao risco substancial de cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina durante a infância, deveriam ser aplicadas determinadas doses máximas cumulativas que dependem da idade dos doentes. Nas crianças (com idade inferior a 12 anos) a dose máxima cumulativa é normalmente definida em 300 mg/m2, enquanto que nos adolescentes (com idade superior a 12 anos) a dose máxima cumulativa encontra-se estabelecida em 450 mg/m2. Para crianças, as doses máximas cumulativas são ainda incertas, mas considera-se que tenham uma tolerabilidade ainda mais baixa.

As doses para crianças poderão ter de ser reduzidas. Consulte os protocolos de tratamento e a literatura da especialidade. As doses para a população idosa poderão ter de ser igualmente reduzidas.

Administração intravesical:
A Doxorrubicina Teva poderá ser administrada por instilação intravesical para o tratamento do cancro superficial da bexiga e para prevenir a recorrência após recessão

transuretral (T.U.R). A dose recomendada para o tratamento intravesical do cancro superficial da bexiga é de 30-50 mg em 25-50 ml de soro fisiológico, por instilação. A concentração óptima é de cerca de 1 mg/ml. A solução deverá permanecer na bexiga durante 1-2 horas. Durante este período, o doente deverá ser rodado cerca de 90º, de 15 em 15 minutos. De forma a evitar uma diluição indesejada com a urina, dever-se-á informar o doente para não beber durante 12 horas antes da instilação (isto deverá reduzir a produção de urina para cerca de 50 ml/h). A instilação poderá repetir-se com um intervalo de 1 semana a 1 mês, dependendo se o tratamento é terapêutico ou profiláctico.

Controlo de tratamento
Antes e durante o tratamento com doxorrubicina são recomendados os exames seguintes para monitorização (a frequência dos exames depende do estado geral do doente, da dose e da medicamentação concomitante):

  • radiografia de tórax e ECG;
  • monitorização regular da função cardíaca (fracção de ejecção ventricular esquerda (FEVE), por ex. ECG, UCG e MUGA);
  • inspecção da cavidade orofaríngea para detectar alterações das mucosas;
  • análises sanguíneas: hematócrito, plaquetas, contagem diferencial de leucócitos, SGPT, SGOT, LDH, bilirrubina, ácido úrico, AST, ALT, ALP.

Controlo da função ventrícular esquerda
Deve ser feita análise da FEVE usando ecocardiograma ou cintigrafia cardíaca de modo a optimizar a condição cardíaca do doente. Este controlo deve ser feito antes do início do tratamento e depois de cada dose acumulada de 100 mg/m2, aproximadamente.

Após reconstituição
Foi demonstrada estabilidade química e física durante o uso após a reconstituição da solução, utilizando uma concentração de 0,5 mg/ml numa solução para perfusão de 9 mg/ml (0,9%) de cloreto de sódio ou em 50 mg/ml (5%) de solução para perfusão de glucose, durante 7 dias, quando conservada e protegida da luz a temperatura ambiente e a 2-8ºC.
Após diluição para uma concentração de 0,05 mg/ml em 9 mg/ml (0,9%) de solução para perfusão de cloreto de sódio ou em 50 mg/ml (5%) de solução para perfusão de glucose, a resultante solução de 0,05 mg/ml deverá ser imediatamente usada após a preparação.

No que se refere à diluição de 0,5 mg/ml quer na solução de cloreto de sódio quer na solução de glucose, do ponto de vista microbiológico, o medicamento deve ser usado imediatamente. Se não for usado imediatamente, os períodos e condições durante o uso antes da utilização são da responsabilidade do utilizador e não deve ultrapassar as 24 horas quando conservado entre 2-8 ºC, excepto se a reconstituição tiver sido efectuada e validada em condições controladas e assépticas

Precauções de eliminação
Os procedimentos de eliminação devem ter em consideração a natureza citotóxica desta substância

Última atualização em 11.08.2022

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